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Análise: com “Cuevadependência”, São Paulo volta a cair onde é freguês

Não foi desta vez que o São Paulo conseguiu a primeira trinca de vitórias na temporada 2016. Depois de bater Figueirense e Cruzeiro no Morumbi, a equipe perdeu num terreno onde não costuma se dar bem: a Arena da Baixada. O placar de 1 a 0 para o Atlético-PR decretou a 11ª derrota são-paulina em 16 partidas disputadas no estádio após a reforma ocorrida em 1999. O máximo que o Tricolor acumulou no local foram cinco empates. O aproveitamento é de 10,4%.

Pelo que mostraram os times, o empate seria o placar mais justo, já que atleticanos e tricolores expuseram muito mais suas deficiências do que suas virtudes. Quando os ataques criaram, os goleiros trabalharam muito bem. Tanto Denis quando Weverton, um dos convocados para a seleção brasileira de Tite, deixaram o gramado com a sensação do dever cumprido – apesar do escorregão do goleiro tricolor no lance decisivo.

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O São Paulo entrou em campo com a mesma formação da última partida, fato inédito na era Ricardo Gomes. A aposta era num esquema mutante, que definia a equipe no 4-2-3-1 quando defende e no 4-3-3 quando ataca. Talvez por dificuldade de adaptação ao gramado sintético, a equipe errou muitos passes no começo da partida e deu ao adversário a possibilidade de tomar a iniciativa.

ogo no início, o gol do Atlético-PR só não saiu porque Denis fez grande defesa. Aliás, vale aqui um comentário: como evoluiu o goleiro tricolor que, jogo após jogo, faz boas defesas. Ele brilhou em cabeçada de Thiago Heleno e depois em chute de Pablo, ambos ocorridos nos 45 minutos iniciais.

Ofensivamente, é preciso dizer que o São Paulo só funcionou quando Cueva apareceu. O time é dependente da criatividade do peruano, que muda seu posicionamento constantemente. Ora está na esquerda, ora está no meio-campo. No primeiro lance em que ele apareceu, deixou Chavez cara a cara com Weverton, que fez um milagre e evitou o gol tricolor (veja vídeo abaixo). Na segunda disputa entre o meia e o rival, nova vitória do atleticano, que voou para realizar boa defesa em chute de fora da área do camisa 13.

O problema do São Paulo é que ofensivamente o resto do time não funcionou neste domingo. Wesley, que tinha sido peça importante nas duas últimas partidas, não foi notado em campo na capital paranaense. Hudson é um volante mais preso ao combate, enquanto Thiago Mendes ainda luta para recuperar o bom futebol perdido em algum momento do passado. Não é nem sombra do jogador que encantou em 2015. Como os laterais Bufarini e Mena também não são exímios apoiadores, a equipe sofreu na frente.

O segundo tempo pode ser dividido em duas partes. Nos dez minutos iniciais, o São Paulo voltou com a mesma postura da etapa inicial, buscando jogo e aproveitando-se do nervosismo do adversário, que cada vez mais era pressionado pelo seu torcedor. Só que, inexplicavelmente, a equipe começou a recuar e dar campo para o adversário que, mesmo com claras limitações técnicas, começou a gostar do jogo. Juninho só não fez aos 29 porque Denis fez nova defesa importante.

Ricardo Gomes tentou dar novo gás ao time com a entrada de Michel Bastos na vaga de Wesley. O camisa 7 voltava a ser utilizado após três partidas, mas pouco acrescentou ao time em campo. Aos 34, não teve jeito e a torcida da casa foi ao delírio com o gol marcado por Pablo, após cruzamento da direita, desvio de Michel Bastos e escorregão de Denis.


O técnico tentou uma última cartada com a entrada de Robson, mas nada conseguiu. A nova derrota volta acender o sinal de alerta para a equipe que na quinta-feira define sua vida na Copa do Brasil, contra o Juventude, precisando vencer por dois gols de diferença em Caxias do Sul.

Na sequência, a equipe terá jogos complicados pelo Campeonato Brasileiro, contra Vitória, Flamengo, Sport e Santos. Ou seja: é bom voltar a vencer para não ver a zona de rebaixamento se aproximar novamente.

Fonte: Ge} else {

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