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Cuca coleciona inícios ruins, mas vinga em trabalhos recentes

O técnico Cuca vem tendo de lidar com um momento bastante difícil no início de sua segunda passagem pelo São Paulo. Sem vencer há quatro jogos, em que não balançou as redes, o Tricolor é alvo de fortes críticas da torcida. Entretanto, esse tipo de situação não é novidade para o treinador são-paulino, que em seus trabalhos recentes nos rivais Palmeiras e Santos também não começou com o pé direito.

O mau momento do São Paulo começou com o empate em 0 a 0 com o Bahia, em casa, pelo Campeonato Brasileiro. Dois dias depois, o time do técnico Cuca voltou a enfrentar o Esquadrão de Aço no Morumbi, e o resultado desta vez foi ainda pior: vitória dos visitantes por 1 a 0. Em seguida, uma nova derrota para o Corinthians em Itaquera e a eliminação nas oitavas de final da Copa do Brasil para a equipe de Roger Machado acabaram se tornando o estopim para que a crise fosse instaurada no Tricolor.

Sim, o ataque não vem funcionando, prova disso que os últimos gols da equipe foram marcados por meio-campistas, Tchê Tchê e Hernanes. É verdade que o meio-campo do São Paulo, hoje, não possui capacidade criativa. Mas também é verdade que Cuca conseguiu dar um jeito no Palmeiras e, mais recentemente, no Santos mesmo colecionando um início ainda pior nesses clubes.

Em 2016, Cuca chegou ao Palmeiras em março, estreando logo contra o Nacional, do Uruguai, pela Libertadores. Na ocasião, os uruguaios acabaram vencendo por 1 a 0. Depois, o Verdão, então atual campeão da Copa do Brasil, foi derrotado pelo Audax (2 x 1), Red Bull (2 x 1) e goleado pelo Água Santa (4 x 1). Somente contra o Rio Claro que o treinador freou a derrocada alviverde, triunfando por 3 a 0. E a confiança no trabalho do treinador deu cero. No fim do ano, ele se sagrou campeão brasileiro pelo clube que não erguia o troféu havia 22 anos.

Mais recentemente, no Santos, Cuca pegou o time na 16ª colocação do Campeonato Brasileiro, à beira da zona do rebaixamento, e precisando avançar contra o Cruzeiro nas quartas de final da Copa do Brasil. Perdeu na estreia para a Raposa (1 x 0), empatou com o Botafogo (0 x 0), com o Ceará (1 x 1), sofreu mais um revés para o Atlético-MG (3 x 1) e só se recuperou no jogo de volta contra o Cruzeiro, vencendo por 2 a 1, mas sendo eliminado nos pênaltis por 3 a 0. O treinador não só livrou o Peixe da queda para a Segundona como também, por pouco, não levou a equipe à improvável vaga na Libertadores.

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