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Pato é só elogios a Diniz após goleada: “Ele tem uma luz para nos ajudar”

Alexandre Pato parece estar mais fechado do que nunca com o técnico Fernando Diniz. Titular no ataque tricolor, o camisa 7 desencantou no último sábado, balançando as redes duas vezes na goleada por 4 a 0 sobre o Oeste, em Barueri. E, para ele, as conversas que tem tido com o comandante são-paulino são essenciais para, enfim, reencontrar seu melhor futebol.

“Tudo tem dado muito certo para mim desde que eu passei a conversar com o Diniz, desde a pré-temporada. Vocês acompanharam os nossos jogos. Na hora que eu tive a oportunidade, fui parado pela trave, a outra foi no pé do Cássio, em outra fiz dois gols que foram anulados. O professor vem conversando comigo, tento seguir aquilo que ele vem explicando, porque ele confia no meu trabalho”, afirmou Pato.

“Independentemente de quem faça o gol, o grupo é o mais importante. Nossos maiores rivais somos nós mesmos, porque nós criamos, nós erramos, acertamos e nós podemos fazer cada coisa boa que tenho certeza que o torcedor vai ficar contente com a gente”, prosseguiu o atacante.

Com os dois gols contra o Oeste, Pato encerrou um longo jejum. O jogador não balançava as redes havia mais de seis meses, marca que jogou ainda mais pressão sobre seus ombros recentemente. É bem verdade que ele marcou dois contra o Novorizontino, mas o árbitro da partida anulou ambos equivocadamente.


“Na hora que a bola sobrou no meu pé, a bola foi caminhando para aquele lado e eu vi que o Igor bateu, a bola sobrou na minha frente e eu pensei: ‘Calma!’”, revelou Pato, aos risos. “Aí dominei, a bola sobrou bem na minha perna, vi que tinha alguns jogadores ali dentro, mas pensei: ‘vou chutar cruzado’, e deu certo”, comentou sobre o primeiro gol.

“No outro gol foi um lance de pênalti que conseguir roubar a bola ali no meio, a bola sobrou, eu fui, tentei fazer um lance individual, teve a carga, o cara tocou no meu pé, e eu caí. O que eu tenho que fazer é o que o professor pediu. Eu tenho que correr pelo nosso time, ajudar meus companheiros e fazer aquilo que é o nosso objetivo: proteger o Volpi. Que ele não tome gols e então o gol vai sair naturalmente, como saiu hoje”, concluiu.

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