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Sem títulos, soco em Aidar e distante da torcida: a trajetória de Ataíde no futebol do São Paulo

A saída de Ataíde Gil Guerreiro da vice-presidência de futebol do São Paulo não foi da maneira que o dirigente de temperamento forte esperava. Após quase dois anos no cargo mais cobiçado do clube abaixo da presidência, Ataíde sai sem provar o gostinho dos títulos, com baixíssimo nível de popularidade entre conselheiros e torcedores e ainda com o time em crise, sem vencer há cinco partidas no ano, e à beira da eliminação na Copa Libertadores.

Cenário inimaginável por aquele que o ex-presidente Carlos Miguel Aidar queria transformar no novo “Juvenal Juvêncio”. Ataíde sempre foi conhecido no clube pela sua postura firme, muitas vezes briguenta, e era a aposta de Aidar, recém-eleito, de que a partir de abril de 2014 o Tricolor voltaria ao caminho das vitórias. Não faltou muito.

No primeiro ano da gestão Aidar – Ataíde, o São Paulo formou um “esquadrão”, como assim definiu o vice após a contratação de Kaká e sempre que negava a saída de alguma estrela do elenco. O time que também tinha Ganso, Michel Bastos, Pato, Alan Kardec e Luis Fabiano, além de Rogério Ceni, bateu na trave duas vezes: foi vice-campeão brasileiro e semifinalista da Copa Sul-Americana, sendo eliminado pelo Atletico Nacional (COL), do técnico Juan Carlos Osorio.

Ataíde fechou o ano sem conquistas, mas com gosto pelo cargo. A sensação do quase o motivou para seguir dando as cartas no CT da Barra Funda, onde não permitia “intrusos”. Durante toda sua gestão, o ex-vice foi marcado por blindar o local de trabalho dos jogadores e a proteger aqueles por quem tinha apreço profissional. Por esses passam o técnico Muricy Ramalho, hoje no Flamengo, o hoje diretor-executivo Gustavo Vieira de Oliveira, seu fiel escudeiro e principal influência, e até um dos assessores de imprensa do clube, com quem formou uma relação de muita confiança e respeito mútuo.


Explosivo, também deu muito trabalho a esse e outros assessores do clube. Sincero ao extremo na maioria das vezes, sempre acabava entregando algo que os companheiros não queriam que viesse a público. Mas esse era Ataíde, que em sua primeira entrevista como dirigente, em Maceió, antes de uma partida pela Copa do Brasil de 2014, disse que “não entendia nada de futebol”. A franqueza, por outro lado, e como já visto, contribuiu para relações intensas no clube.

Fonte: LanceNet

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