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“Última opção seria jogar num rival”, diz Luis Fabiano em tom de despedida

No fim do treino desta quinta-feira, Luis Fabiano avisou: “Estou inspirado”. O atacante do São Paulo passou como um raio na saída do gramado e fez com que os jornalistas partissem em disparada rumo à sala de imprensa do CT de Barra Funda. Quando chegou, os repórteres ainda faziam os testes com os microfones. O Fabuloso precisou deixar o local por alguns minutos, mas, ao voltar, falou. E muito.

O atacante tem contrato com o São Paulo até dezembro. Alvo de parte da torcida em alguns momentos, ele foi dado como fora dos planos do time. A chegada de Juan Carlos Osorio deu gás ao jogador, que voltou a ser o favorito na briga com Alexandre Pato por um lugar no time titular – deve, inclusive, começar jogando contra o Palmeiras, no próximo domingo. Ainda assim, o discurso soa como uma despedida.

O atacante afirmou que ainda não foi procurado pela diretoria para discutir uma possível renovação de contrato. Ressaltou por diversas vezes que não se vê feliz em outro clube. Afirmou encarar com naturalidade uma possível saída no fim do ano, mas disse que, hoje, não jogaria em um rival do São Paulo. No último mês, o atacante chegou a ser especulado no Palmeiras.

– Vai muito do que tem na mesa. Envolve muita coisa. Mas, com certeza, seria a última opção jogar num rival. Isso não passa pela minha cabeça hoje. Não gostaria de manchar a história que eu tenho no São Paulo. Hoje, eu falaria que não – afirmou.

– Eu não vejo outro clube que poderia me fazer tão feliz quanto o São Paulo. Mas sou profissional e vou cumprir o que está escrito. Meu sonho, hoje, é poder terminar meu contrato aqui com um grande título, coroando tudo o que fiz aqui, passei por aqui. Parece pouco, mas são 200 gols. Não tenho grandes títulos aqui, mas conquistei a Sul-Americana, o Rio-São Paulo. E eu me dediquei ao São Paulo. Gostaria de terminar conquistando uma taça. Depois, é uma outra coisa – completou.

Além do sonho de conquistar um título importante com o São Paulo até o fim do ano, Fabuloso admitiu a vontade de ser homenageado pelo clube caso não renove.

– Gostaria de jogo de despedida. De me despedir pela porta da frente. Sair da maneira como cheguei, que foi bonita. A recepção, o jogo de estreia, casa cheia. Se tiver de sair, queria sair desse jeito também. Dando tchau, com placa, tudo o que tem direito. cheap pills Especial_Luis_Fabiano_Sao_Paulo
Confira os principais tópicos da entrevista:

Trabalho de Osorio

– A impressão é a melhor possível. A filosofia de trabalho é bem parecida com a filosofia europeia, treinos bem parecidos. Gosta de jogar para frente, no ataque. Tentamos assimilar a maneira dele de jogar. Estou gostando muito. E, até porque, depois da chegada dele, me deu um ânimo a mais. Me deu a possibilidade de voltar a lutar pela posição. Não que eu queria que o Milton saísse…

Renovação de contrato

– Ninguém da diretoria me procurou, mas isso não influencia em nada. Deixei bem claro que queria cumprir o contrato (até dezembro). Não foi da minha parte que começaram as especulações. Cumpro meu contrato feliz da vida. As coisas não estão na minhas mãos. Vou continuar meu trabalho tranquilo. Isso faz parte do futebol. Daqui a alguns meses, vamos ver o que vai acontecer. Não sou nenhum garoto. Mas não acho que seja pelo rendimento. Não estou tão mal assim, mas tenho ajudado. Não fui titular, mas não deixei de ajudar. Não sei o que passa na cabeça da diretoria. Mas também não estou desesperado para renovar. Tenho que ficar tranquilo. Se não me procuraram, é por algo que não me falaram ainda. Vou tentar aproveitar ao máximo possível até o fim do meu contrato. Fiz um esforço para estar aqui. Se for sair, vou sair com a cabeça erguida. Da maneira mais digna possível.

Atitude de Aidar

– Nunca houve uma reunião com o presidente dizendo o que vamos fazer, o que pode ser feito. Nunca sentamos e conversamos. Foram só coisas faladas na imprensa que foram superadas no dia a dia e o tempo foi passando. E eu nunca pensei em não jogar a sétima partida. E eu sempre pensei em cumprir o contrato.

Procura por outro clube

– Eu não acho que seja o momento de pensar em negociação. A partir do momento que você está livre, existem especulações. Mas parar para sentar e negociar não é o momento. O negócio é ter tranquilidade para acabar o ano na melhor forma possível. Depois de dezembro estarei livre e vai haver tempo para procurar. E vai aparecer, espero. Se não vou ficar desempregado… (risos)

Jogar por um rival

– Não posso dizer hoje. Vai muito do que tem na mesa. Envolve muita coisa. Mas, com certeza, seria a última opção jogar num rival. Isso não passa pela minha cabeça hoje. Não gostaria de manchar a história que eu tenho no São Paulo. Hoje, eu falaria que não.

Ciclo no São Paulo

– Em determinados momentos, fiquei chateado pela eliminação precoce na Libertadores. Isso chateia. Mas, a partir do momento que tenho contrato até o fim do ano, penso em cumprir. O início do ano não agradou. Mas o ciclo não acabou. Se bobear, acaba em dezembro. Se eu quisesse sair, sairia. Se o jogador quer, ele consegue. Eu sempre quis cumprir.

História no Tricolor

– Eu não vejo outro clube que poderia me fazer tão feliz quanto o São Paulo. Mas sou profissional e vou cumprir o que está escrito. Meu sonho, hoje, é poder terminar meu contrato aqui com um grande título, saindo feliz, por cima, coroando tudo o que fiz aqui, passei por aqui. Parece pouco, mas são 200 gols, é uma marca importante. Não tenho grandes títulos aqui, mas conquistei a Sul-Americana, o Rio-São Paulo. E eu me dediquei ao São Paulo. Gostaria de terminar conquistando uma taça. Depois, é uma outra coisa.

Relação com o clube

– É um casamento. Amor e ódio, momentos bons e ruins. A minoria não vai gostar, não vai gritar meu nome, isso é certo. Já estou mais do que acostumado. Fico chateado pela derrota, não se vão me xingar. Os que gostam vão gostar independentemente de qualquer coisa. Quem não gosta também. Se acontece alguma coisa, o culpado é o Luis Fabiano. Contra o Cruzeiro, joguei 20 minutos de 180, mas fui o culpado (eliminação da Libertadores). Mas a grande maioria me incentiva, está do meu lado. E, para os que me xingam, tenham paciência: faltam só seis meses.

Jogo de despedida to order cheap drugs online

– Gostaria de jogo de despedida. De me despedir pela porta da frente. Sair da maneira como cheguei, que foi bonita. A recepção, o jogo de estreia, casa cheia. Se tiver de sair, queria sair desse jeito também. Dando tchau, com placa, tudo o que tem direito.

Momento atual

– O treinador tem me incentivado, dado moral. Quero retribuir dentro de campo. Estou muito feliz porque esse ciclo acabou. Estava vivendo uma fase complicada. Agora, estou jogando, vou jogar clássico. Se não vou jogar como titular, vou jogar alguns minutos. Isso me deixa bem.

Relação com Pato

– Não me preocupo com meu companheiro. Se eu estiver bem, fazendo gol, tenho a possibilidade de continuar como titular. Eu perdi a titularidade quando me machuquei, ainda quando era o Muricy. Eu respeito o companheiro, mas confio na minha capacidade. Estando bem, não há por que me preocupar.

Clássico contra o Palmeiras

– Clássico é sempre importante. Mas, como podem ser os últimos, se tornam especiais. Espero que não sejam os últimos, mas, se forem, que sejam com vitórias. Representa alegria, confiança no dia a dia. No último clássico, todo mundo sabe como foi (vitória sobre o Santos). É importante vencer, jogar bem. Isso traz confiança. Mas isso não me tira o sono. Já estou tão acostumado. Só na hora de estar se trocando, vivendo o clima do clássico, é que dá o frio na barriga.

Interesse do Palmeiras e último confronto

– Nunca houve negociação, chance de jogar lá. O jogo no Paulistão foi atípico (derrota por 3 a 0). Teve gol do meio campo, isso ele (Robinho) não vai fazer mais na vida. Teve a expulsão do Toloi. Foi um jogo atípico. Precisamos apagar da memória, mas serve de lição para que não aconteça mais. Vamos com confiança, com cuidado, para que possamos fazer um bom jogo e não sofrer como sofremos.

 

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